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O sol também é uma estrela | Opinião #110

 Olá a todos!

    Hoje trago uma resenha de um livro que eu consegui numa promoção, O sol também é uma estrela.

Sobre a autora

    É autora de Tudo, tudo...e nós, o romance bestseller #1 do jornal The New Yorks Times, que vendeu mais de um milhão de exemplares. Nasceu na Jamaica, cresceu em Brooklyn e vive atualmente em Los Angeles com a família. É romântica por natureza, acreditando firmemente que podemos apaixonarmo-nos num momento que poderá durar para sempre. Os direitos de O sol também é uma estrela foram adquiridos por editores de mais de 30 países. Foi adaptado ao cinema, num filme de Ry Russo-Young com Yara Shahidi e Charles Melton nos papéis principais.

Sinopse

    Uma rapariga, um rapaz e o universo.

    Natasha: Sou uma rapariga que acredita na ciência e nos factos. Não acredito no destino. Ou nos sonhos que nunca se concretizam. Não sou aquele tipo de rapariga que encontra um rapaz simpático numa rua nova-iorquina cheia de gente e se apaixona por ele. Não quando a minha família está a doze horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-se por ele não será a minha história.

    Daniel: Sou o bom filho, o bom estudante, correspondendo sempre às elevadas expectativas dos meus pais. Nunca fui o poeta. Ou o sonhador. Mas quando a vejo, esqueço tudo isso. Algo em muito mais extraordinárias.

    O Universo: Cada momento das nossas vidas conduziu-nos a este momento único. Há milhão de futuros perante nós. Qual deles se tornará realidade?

Opinião

    Se alguém me perguntasse se eu acredito no amor à primeira vista, a minha resposta seria um categórico não. Eu encaro o amor como um sentimento que vai evoluindo com o tempo e à medida que conhecemos uma pessoa. Mas, para falar a verdade, eu gosto de ler histórias de ficção cuja temática é precisamente o amor à primeira vista. Eu sei, é a maior das contradições; um completo paradoxo.

    É assim que eu descreveria este livro: uma história de amor à primeira vista.

    O sol também é uma estrela conta a história de dois adolescentes - Natasha e Daniel - que, por uma cadeia de coincidências, acabam por se encontrar um ao outro num dia de outono em Nova Iorque. Quase como obra do destino.

    Na minha opinião, a história não tem nada de transcendente: é um romance adolescente. Porém, a autora não se foca apenas nesse aspeto. Ela apresenta de forma interessante a questão dos imigrantes e as questões interculturais. Acho que a principal mensagem do livro é que o amor pode mudar a vida de uma pessoa, quer seja para melhor ou para pior (isso fica a cargo do leitor).

Nota: 3/5

    Em suma, gostei do livro e das personagens. É um romance leve e divertido, capaz de nos aquecer o coração e de nos arrancar um sorriso. Até à próxima e boas leituras!

Ellis

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