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Akatsuki no Yona (Vol. 38) | Opinião #315

 Saudações, caros leitores!

    A guerra entre Kouka e o Sul de Kai está em marcha. Conseguirão as nossas personagens sobreviver a esta nova conjuntura?

    Alerta: este artigo contém spoilers!

    Não se esqueçam de conferir os próximos volumes:

Sobre a autora

    Mizuho Kusanagi nasceu em fevereiro de 1979, em Kumamoto, no Japão. Em 2003, ela publicou a sua primeira série, Yoiko Kokoroe, na revista Hana to yume - detida pelo grupo Hakusensha. É em 2009 que ela começa a publicar aquela que é a sua série de mangá mais famosa até à data, Akatsuki no Yona, e que até ao momento conta já com mais de 40 volumes.

Sinopse

    A Princesa Yona vive uma vida ideal como a única princesa do seu reino. Mimada pelo pai, o rei, e protegida pelo seu fiel guarda Hak, valoriza o tempo passado com o homem que ama, Su-won. Mas tudo muda no seu 16º aniversário, quando uma tragédia atinge a sua família!

    O General Ra'an, do Império Kai, planeia uma inundação devastadora que leva Hak e as preciosas ervas senjoku! Com a Besta do Trovão em lado nenhum, uma Yona ansiosa, no entanto, pretende juntar-se aos Quatro Dragões no campo de batalha enquanto o exército Kouka convoca todas as tribos para a guerra!

Opinião

    A guerra começou e não é bonita. Neste 38 º volume, Kouka e o Império de Kai estão oficialmente em guerra, sendo o palco da mesma a já bastante afetada Província de Kin, dentro do território da Tribo da Terra. Já tivemos outros volumes que nos apresentavam a guerra em toda a sua escala, como por exemplo o arco de Sei e o arco de Xing, no entanto este afigura-se como diferente desses outros mencionados. Neste volume, Kusanagi volta a introduzir a questão da amoralidade da guerra, contudo sob uma perspectiva diferente: concretamente, sob a perspectiva do lado dos nossos heróis. Às vezes, para ganharmos uma partida de xadrez, devemos sacrificar algumas peças.

    É um volume difícil de se ler, no entanto um dos pontos altos é certamente saber que Hak está vivo (graças a deus), porém este encontra-se do lado inimigo da fronteira. Ou seja, o perigo ainda não passou. Do outro lado da fronteira, Yona aguenta-se incrivelmente bem no campo de batalha. Mesmo discordando das decisões estratégicas de Soo-Woon, esta não o contradiz diretamente e até controla a situação, a fim de manter estável a moral dos soldados. Ainda assim, Soo-Woon escarnece dela por, a seu ver, não ter a coragem de sacrificar as suas próprias pessoas com o intuito de ganhar o jogo, comparando-a com o seu pai, Rei Il.

    Sinceramente, não sei o que pensar do Soo-Woon durante este arco. Não sou ingénua ao ponto de pensar que os três iriam resolver as coisas entre si, todavia as atitudes que Soo-Woon toma quando está junto de Yona ou de Hak parecem-me muito forçadas, bastante diferentes do que vimos naqueles volumes todos lá atrás. Pessoalmente, dá-me a entender que a personagem tem um certo medo de confrontar e encarar os outros dois.

⭐⭐⭐⭐⭐

5/5

Até à próxima!

Ellis

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