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Akatsuki no Yona (vol. 25) | Opinião #299

 Saudações caros leitores!

    Eis-me aqui com mais um volume de Akatsuki no Yona. Este volume promete muito jogo político e um reencontro entre dois antigos amigos.

    Atenção: este artigo pode conter spoilers.

    Não se esqueçam de conferir os próximos volumes do saga:

Sobre a autora

    Mizuho Kusanagi nasceu em fevereiro de 1979, em Kumamoto, no Japão. Em 2003, ela publicou a sua primeira série, Yoiko Kokoroe, na revista Hana to yume - detida pelo grupo Hakusensha. É em 2009 que ela começa a publicar aquela que é a sua série de mangá mais famosa até à data, Akatsuki no Yona, e que até ao momento conta já com mais de 40 volumes.

Sinopse

A Princesa Yona vive uma vida ideal como a única princesa do seu reino. Mimada pelo pai, o rei, e protegida pelo seu fiel guarda Hak, aprecia o tempo passado com o homem que ama, Su-won. Mas tudo muda no seu 16º aniversário, quando uma tragédia atinge a sua família!

Yona está frente a frente com Su-won e diz-lhe que travar uma guerra contra a nação de Xing seria desastroso. Mais tarde, ela corre de volta para a Princesa Kouren, mas assassinos e mais perigos esperam-na em Xing! Conseguirão os Quatro Dragões proteger Yona de todos os que ameaçam a sua vida?

Opinião

    Yona e Soo-Woon finalmente encontram-se cara a cara, num embate de vontades o qual o Soo-Woon perde. Soo-Woon acaba por aceder ao pedido de Yona, impondo as suas próprias condições. Com o aval de Soo-Woon, Yona volta para Xing, na esperança que a princesa Kouren aceite as condições de Soo-Woon e se sente à mesa de negociações. Achei interessante o facto de Soo-Woon aceder ao pedido de Yona em encetar negociações de paz. Mostra-nos uma personagem calculista, que tanto fará a guerra ou a paz, dependendo das vantagens que isso possa trazer para o reino.

    Da parte de Xing, na iminência da invasão de Kouka, uma conspiração política tem início, visando a coroa. Esta conspiração política parte da facção anti-guerra, mais concretamente do seu líder, o sacerdote Gobi. Gobi é uma personagem que nos dá um certo calafrio só de olharmos para ele. Atendendo à forma como este é desenhado e as suas expressões, podemos inferir que é uma personagem dissimulada, cujos verdadeiros objetivos ainda nos são desconhecidos.

    Neste volume de ANY figura bastante o jogo político, seja a nível externo seja a nível interno, e onde as personagens andam de cá para lá e de lá para cá. Literalmente, as personagens vão de um sítio ao outro parece que estão a correr campos de futebol. Não é propriamente uma crítica, já que é uma situação comum que acontece quando temos demasiados grupos de personagens a moverem-se no mesmo espaço, mas acho só um pouco caricato. O próximo volume promete um confronto entre as duas facções e as Cinco Estrelas.

⭐⭐⭐⭐⭐

5/5

Até à próxima!

Ellis

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