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Akatsuki no Yona (Vol. 20) | Opinião #282

Saudações caros leitores!

    Depois de um volume inteiramente dedicado à galhofa, Kusanagi volta a puxar-nos para o drama com a introdução de um novo arco, o qual se passa nas terras de Sei.

    Atenção: este artigo pode conter spoilers.

    Não se esqueçam de conferir os próximos volumes:

Sobre a autora

    Mizuho Kusanagi nasceu em fevereiro de 1979, em Kumamoto, no Japão. Em 2003, ela publicou a sua primeira série, Yoiko Kokoroe, na revista Hana to yume - detida pelo grupo Hakusensha. É em 2009 que ela começa a publicar aquela que é a sua série de mangá mais famosa até à data, Akatsuki no Yona, e que até ao momento conta já com mais de 40 volumes.

Sinopse

    Uma princesa ruiva perde a sua família e o seu reino… Agora tem de se levantar e lutar pelo seu trono!

    A princesa Yona vive uma vida ideal como a única princesa do seu reino. Mimada pelo pai, o rei, e protegida pelo seu fiel guarda Hak, valoriza o tempo passado com o homem que ama, Su-won. Mas tudo muda no seu 16º aniversário quando uma tragédia atinge a sua família!

    A traição leva Yona e Lili a serem raptadas pela nação de Sei! Forçados a trabalhar como escravos, os dois recusam-se teimosamente a ser controlados, mas a sua situação é terrível. Para salvar Yona e Riri, Hak e os Quatro Dragões dividem-se em dois grupos e infiltram-se em território inimigo!

Opinião

Não desejo o poder dos deuses. Quero o poder das pessoas

    Yona e Lili acabam por ser raptadas e levadas para Sei. Para que parte de Sei exatamente? Elas não sabem. Tudo o que sabem é que estão a ser mantidas numa fortaleza, juntamente com outros cidadãos de Kouka, todos obrigados a construir a dita fortaleza. Para piorar ainda mais a situação, eles não têm acesso a água potável, apenas a saquê misturado com Nadai. Enquanto isso, Hak e os outros descobrem que existem duas fortalezas. Portanto, eles decidem separar-se em dois grupos: Hak, Kija, Shin-Ah e Yoon; e Ayura, Jae-ha e Zeno. Para complicar ainda mais, notícias do rapto de Lili chegam aos ouvidos de Soo-Woon e este decide atacar Sei e resgatá-la. Todas as personagens encaminham-se para o mesmo destino.

    Este foi verdadeiramente um volume tenso, focado sobretudo em Hak. Com tantos aliados do seu lado, Hak finalmente permite-se ser vulnerável, mesmo que nunca o chegue a verbalizar. Kusanagi mostra-nos o quanto Hak se apoia nos quatro dragões e em Yoon. Ele já não está sozinho e tem pessoas a seu lado que o podem ajudar. Ainda assim, Soo-Woon será sempre uma presença que paira sobre ele. O encontro entre os dois é tenso. Os dois encontram-se separados por uma parede e nós nunca chegamos a ver de facto Soo-Woon, mas dá para sentir o peso emocional na forma como Hak reage e nas palavras proferidas por Soo-Woon.

    Mesmo em momentos de tensão, há sempre espaço para um pouco de comédia, caso contrário a história poderia tornar-se demasiado chata. Kusanagi consegue inserir comédia de uma forma tão natural que, sinceramente, eu a invejo. O encontro entre Hak e Mudok, Tae-Woo e Han-Dae é hilariante. As suas expressão são demais!

    O próximo volume promete mais ação. Como será que Soo-Woon e os demais generais reagirão ao encontrar a princesa?

⭐⭐⭐⭐⭐

5/5

Até à próxima!

Ellis

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