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Akatsuki no Yona (Vol. 21) | Opinião #283

Saudações caros leitores!

    Eis que chega o clímax deste novo arco, com ação e momentos emocionantes entre as personagens.

    Atenção: este artigo pode conter spoilers.

     Não se esqueçam de conferir os próximos volumes:

Sobre a autora

    Mizuho Kusanagi nasceu em fevereiro de 1979, em Kumamoto, no Japão. Em 2003, ela publicou a sua primeira série, Yoiko Kokoroe, na revista Hana to yume - detida pelo grupo Hakusensha. É em 2009 que ela começa a publicar aquela que é a sua série de mangá mais famosa até à data, Akatsuki no Yona, e que até ao momento conta já com mais de 40 volumes.

Sinopse

    Uma princesa ruiva perde a sua família e o seu reino… Agora tem de se levantar e lutar pelo seu trono!

    A princesa Yona vive uma vida ideal como a única princesa do seu reino. Mimada pelo pai, o rei, e protegida pelo seu fiel guarda Hak, valoriza o tempo passado com o homem que ama, Su-won. Mas tudo muda no seu 16º aniversário quando uma tragédia atinge a sua família!

Quando Su-won ouve falar do rapto de Lili, lança ataques surpresa às fortalezas Sei na tentativa de a salvar. Entretanto, Lili deixa Yona numa floresta para atrair as tropas Sei para longe dela. Será que Lili escapará à captura e execução?

Opinião

    O arco de Sei chega ao seu grande clímax com todas as personagens a convergirem para um mesmo objetivo: salvar Lili e Yona.

    Este volume é repleto de ação, mas também de momentos bonitos entre as personagens. Mais uma vez o trio Hak, Soo-Woon e Yona volta a estar em destaque neste volume. Kusanagi apenas destrói o meu coração com estes três. A confiança, a amizade...tudo a esfumar-se da noite para o dia. Atendendo à situação em que se encontram, Hak e Soo-Woon formam uma aliança temporária para salvar Lili. É um momento tão fugaz, mas bastante demonstrativo da confiança mútua que um dia esses dois partilharam. É triste ver como uma amizade dessas terminou, no entanto creio que seja seguro afirmar que Hak a pouco e pouco vai ultrapassando o passado. Um grande indício é facto de ele se conter e não atacar Soo-Woon, coisa que provavelmente quereria fazer.

    Achei igualmente interessante o facto de Mundok e o resto da Tribo do Vento o apoiar incondicionalmente, mesmo que tal significasse ir contra todas as outras tribos. Neste momento, a Tribo do Vento apenas coopera com Soo-Woon possivelmente por uma questão de preservação e de tentar manter a paz. Contudo, ao mínimo indício de querer eliminar Hak ou Yona, eles estão prontos para partir em cima seja de quem for. Acredito que se Yona quisesse vingança e lhes pedisse, eles a apoiariam. De qualquer das formas, a reunião entre Hak e os três da Tribo do Vento é bonita e ao mesmo tempo muito engraçada, mas de uma maneira natural que, por uns segundos, alivia o ambiente.

    Quanto a Soo-Woon, tenho que admitir que ele lidou bem com a situação ao deixar Hak e Yona em paz, pois isso poderia significar uma guerra civil - para além de que eles tinham acabado de subjugar Hoshibi com um grupo de forças limitadas. Mostrar disenções internas não abonaria a seu favor. As suas atitudes apenas me deixam intrigada, pois ele afirma que não deseja o trono mas que esse era o único caminho para poder pôr em prática os seus objetivos de restaurar a grandeza de Kouka. Espero que daqui para a frente, Kusanagi nos mostre mais desta personagem, pois, assim como Yona, também eu procuro compreender melhor esta personagem.

⭐⭐⭐⭐⭐

5/5

Até à próxima!

Ellis

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