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Haikyuu (Vol. 16) | Opinião #242

 Saudações caros leitores!

    Mais um dia, mais uma resenha de Haikyuu. Hoje falarei sobre o décimo sexto volume, o qual reúne os capítulos 136 a 144.

    Atenção: este artigo pode conter spoilers.

    Não se esqueçam de conferir os próximos volumes:

Sobre o autor

    Haruichi Furudate nasceu a 7 de Março de 1983, em Karumai, na prefeitura de Iwate, Japão. Em 2008, o mangaka publica um one-shot, intitulado King Kid - o qual recebeu menções honrosas. No ano de 2010, publicou a sua primeira série na revista Weekly Shounen Jump. É em 2012 que Furudate começa a trabalhar no seu trabalho mais notável até à data, Haikyuu. No ano de 2015, o mangá é galardoado com o Shokugan Manga Award, na categoria shounen. Haikyuu terminou a sua serialização em julho de 2020, sendo que nessa altura encontrava-se entre os cincos mangás mais vendidos ao redor do mundo.

Sinopse

Shoyo Hinata quer provar que no voleibol não é preciso ser alto para voar!

    Desde que viu o lendário jogador conhecido como “o Pequeno Gigante” competir nas finais nacionais de voleibol, Shoyo Hinata tem como objetivo ser o melhor jogador de voleibol de todos os tempos! Quem disse que é preciso ser alto para jogar voleibol quando consegue saltar mais alto do que qualquer outra pessoa?

    É Karasuno contra Aoba Johsai nas meias-finais do Spring Tournament Qualifier, e Aoba Johsai leva vantagem no final do segundo set. Tadashi Yamaguchi é enviado como servidor substituto para mudar o ritmo do jogo. Será que conseguirá superar a dolorosa memória dos seus fracassos passados ​​e fechar o set para Karasuno?!

Opinião

    O 1º set está renhido e Karasuno precisa desesperadamente de uma vantagem. É então que entra Yamaguchi.

    Neste volume, somos presenteados com o culminar do crescimento de Yamaguchi. Como tenho dito, de todos os alunos do 1º ano, Yamaguchi não é certamente o mais notável. Mais que não seja, ele mantém os seus colegas em cheque, à semelhança do que fazem Sugawara e Ennoshita para o 3º ano e 2º ano, respectivamente. No entanto, tal não signifique que este não tenha o seu sentido de orgulho e não deseje estar na quadra como os seus companheiros. Para isso, ele aprende e aperfeiçoa a técnica do saque flutuante - a sua única arma. Mas Yamaguchi ainda é um pouco assustadiço e nervoso, o que acaba por atrapalhá-lo na hora da verdade - veja-se o volume anterior. Contudo, Yamaguchi quer mais e a sua oportunidade chega nestes capítulos. Vê-lo assumir a quadra e o seu papel enquanto especialista em saques é de encher o coração. A personagem brilha com tal intensidade que se confunde com os holofotes do ginásio, à medida que vai marcando ponto atrás de ponto com o seus saques. Yamaguchi não consegue fazer 10 pontos seguidos como Hinata pediu, mas ele insufla a equipa com um novo espírito combativo e consegue providenciar a Karasuno uma viragem muito necessária.

    Para além de Yamaguchi, é dado igual destaque a Kyotani, o «Cachorro Louco». Kyotani é uma personagem interessante, na medida em que este não se enquadra muito bem numa equipa apesar de adorar um desporto de equipa (como é o caso do voleibol). Kyotani não é uma personagem particularmente extraordinária como Oikawa. Todavia, acredito que a personagem tenha o propósito de apresentar e caracterizar a nova leva de jogadores que irão entrar em Aobajousai.

    O 1º set termina com a vitória de Karasuno e o 2º com a vitória de Aobajousai, sendo que o jogo acaba por ser prolongado até ao 3º set - o qual irá decidir o resultado do jogo.

⭐⭐⭐⭐⭐

5/5

Até à próxima!

Ellis

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