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Akatsuki no Yona (Vol. 12) | Opinião #273

 Saudações caros leitores!

    Prontos para mais uma crítica de Akatsuki no Yona?

    Atenção: este artigo pode conter spoilers.

    Não se esqueçam de conferir as próximas críticas:

Sobre a autora

    Mizuho Kusanagi nasceu em fevereiro de 1979, em Kumamoto, no Japão. Em 2003, ela publicou a sua primeira série, Yoiko Kokoroe, na revista Hana to yume - detida pelo grupo Hakusensha. É em 2009 que ela começa a publicar aquela que é a sua série de mangá mais famosa, Akatsuki no Yona, e que até ao momento conta já com mais de 40 volumes.

Sinopse

    Uma princesa ruiva perde a sua família e o seu reino… Agora tem de se levantar e lutar pelo seu trono!

    A princesa Yona vive uma vida ideal como a única princesa do seu reino. Mimada pelo pai, o rei, e protegida pelo seu fiel guarda Hak, valoriza o tempo passado com o homem que ama, Su-won. Mas tudo muda no seu 16º aniversário quando uma tragédia atinge a sua família!

    Yona regressa à sua terra natal quando o Clã Hazara, uma poderosa família da nação de Kai, invade o Reino de Kohka! Como se defenderá a Tribo do Fogo deste ataque audacioso, e a que recorrerá Yona para proteger Saika?!

Opinião

    Após estarem uns dias nas terras da Província de Sen, Yona e o grupo deparam-se com uma situação estranha: soldados da Tribo do Fogo a vaguearem por território inimigo. O mais interessante é que estes soldados não parecem estar perdidos, mas antes com um claro objetivo que desconhecemos. Sentindo que algo não está bem, Yona decide voltar para Kouka.

    Verdade seja dita, não acontece quase nada neste volume. Kusanagi dedica o seu tempo a preparar as peças para o próximo volume. Nesse sentido, o décimo segundo volume de Akatsuki no Yona apoia-se mais na tensão e na intriga, à medida que as personagens tentam perceber exatamente os contornos da situação. Imediatamente, compreendemos que se trata de um golpe de estado, organizado pelo general - e líder da Tribo do Fogo - Soo-Jin; que conta com o apoio de Li Hazara, senhor da Província de Sen.

    Eu diria que o mais interessante neste volume é o facto da autora nos revelar um pouco sobre a política do Império de Kai. Não são reveladas grandes informações, mas Kusanagi desvela um pouco sobre uma futura personagem - que pode ou não ter grande importância mais para a frente na história.

    Para além da intriga política, este volume introduz um novo conflito interno para Yona. Ao descobrir que Soo-Jin planeia derrubar Soo-Woon, não há dúvidas que a personagem fica dividida nos seus sentimentos. Afinal, não dá para esquecer que Soo-Woon matou o seu pai e que, se descobrir que está viva, ele a caçará, uma vez que ela é uma ameaça à estabilidade do seu reinado. Mal posso esperar para ver como Yona (e Hak também) irá lidar com a situação.

⭐⭐⭐⭐⭐

5/5

Até à próxima!

Ellis

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