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Akatsuki no Yona (Vol. 13) | Opinião #274

 Saudações caros leitores!

    Aqui estou eu para mais uma crítica de Akatsuki no Yona. Hoje então venho para falar do 13º volume.

    Atenção: este artigo pode conter spoilers.

    Não se esqueçam de conferir os próximos volumes:

Sobre a autora

    Mizuho Kusanagi nasceu em fevereiro de 1979, em Kumamoto, no Japão. Em 2003, ela publicou a sua primeira série, Yoiko Kokoroe, na revista Hana to yume - detida pelo grupo Hakusensha. É em 2009 que ela começa a publicar aquela que é a sua série de mangá mais famosa, Akatsuki no Yona, e que até ao momento conta já com mais de 40 volumes.

Sinopse

    Uma princesa ruiva perde a sua família e o seu reino… Agora tem de se levantar e lutar pelo seu trono!

    A princesa Yona vive uma vida ideal como a única princesa do seu reino. Mimada pelo pai, o rei, e protegida pelo seu fiel guarda Hak, valoriza o tempo passado com o homem que ama, Su-won. Mas tudo muda no seu 16º aniversário quando uma tragédia atinge a sua família!

    Kang Su-jin, chefe da Tribo do Fogo, está a planear tornar-se o governante do Reino de Kohka — e agora iniciou uma revolta atacando Su-won no Palácio Hiryuu! Enquanto os exércitos se enfrentam no campo de batalha, será que Yona e os seus amigos se vão juntar à luta com tanto em jogo?!

Opinião

    Neste volume, o exército da Tribo do Fogo e da Província Sen, liderados por Kang Soo-Jin e Li Hazara respectivamente, marcham sobre o território de Kouka em direção à capital. Aqui, Soo-Woon mostra a sua inteligência e a sua habilidade de comandar as tropas.

    Jamais me cansarei de dizer isto: Kusanagi possui uma habilidade única para construir personagens e desenvolvê-las, sendo Soo-Woon o principal exemplo. Soo-Woon poderia ser simplesmente o grande vilão da história, mas, em vez disso, ele na verdade apresenta-se como um dos seus principais atores. Enquanto que nos volumes anteriores poderíamos classificá-lo como antagonista - na medida em que ele se opõe a Yona e Hak -, a verdade é que neste volume essa classificação prova-se errada. Neste volume, a autora demonstra a nós leitores que tanto Yona quanto Soo-Woon estão meio que a trabalhar juntos, resolvendo os vários problemas que afetam o reino - ainda que as próprias personagens não se apercebem, nem mesmo nós leitores uma vez que Yona e o grupo são as personagens principais e, portanto, eles recebem mais foco e desenvolvimento. Durante a batalha, Yona apercebe-se que Kouka necessita de um rei forte e, quer ela goste ou não, Soo-Woon preenche os requisitos.

    O momento em que estas duas personagens cruzam olhares foi deveras interessante, pois creio que por um momento pudemos vislumbrar os verdadeiros sentimentos de Soo-Woon em relação a Hak e Yona. Por um momento, Soo-Woon parece tremer. Para mim, isso apenas demonstra que Soo-Woon ainda gosta de Yona e Hak e ainda os vê como amigos. Neste momento, roo as unhas na expectativa de uma reunião entre estas três personagens.

    Não posso dar por terminada esta crítica sem mencionar o momento entre Yona e Hak no último capítulo. Hak todo orgulhoso a apostar todo o seu dinheiro em como Yona consegue acertar o centro do alvo e o sorriso que ela dá...aahh, o slow-burn está a matar-me!

    Após o arco da Tribo do Fogo, o mangá prepara-se para entrar num novo arco onde conheceremos a Tribo da Água e uma personagem que eu realmente gosto muito.

⭐⭐⭐⭐⭐

5/5

Até à próxima!

Ellis

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